Foi na cidade de Ilha Solteira, divisa de São Paulo
com Mato Grosso e a igreja devia de ter quando muito uns 35 membros. O clube ia
ser “fundado”com um total de 16 participantes, entre diretoria,
conselheiros, instrutores e desbravadores. Decidi anotar
todos os nomes na “bat-mini-agenda”.
conselheiros, instrutores e desbravadores. Decidi anotar
todos os nomes na “bat-mini-agenda”.
Durante todo o fim
de semana, que estive ali,consegui decorar “tecnicamente” todos os nomes.
Passados vários meses, voltei ali, para estar com o clube só algumas horas no
domingo entre uma e outra cidade. Lembro a surpresa e alegria no rosto dos
meninos e meninas (treze ao todo) ao serem cumprimentados pelo “chefe” (no caso
eu) um por um pelos seus nomes.
Mas o resultado ainda não foi “este”, o que
aconteceu depois sim é digno de nota e “prova cabal” da importância de
lembrar-se dor nomes das pessoas. Passados vários outros meses, voltei aIlha
Solteira para a Investidura de Lenços, e o clube havia crescido mais de 30%, de
16 para 21 membros, mas os 16 “pioneiros” foram novamente cumprimentados pelos
nomes,e os outros 5 devidamente anotados.
Sabe o que aconteceu na hora de ir embora? Todo
clube estava na Rodoviária, uniformizados, fizeram um programa de homenagem
ali.Todos os desbravadores falaram alguma coisa, ganhei presentes (a faca de
campo tenho até hoje)
e a homenagem se delongou a ponto de convencerem o
motorista e passageiros do ônibus a atrasar a partida em mais de 15 minutos,
convidando os mesmos a assistirem também o “programa”. Não sei que “tipo” de
memória para nome você tenha. Se “tipo” Léo Ranzolin (num extremo) ou uma das
piores memórias para nomes que conheço, aminha mesmo (Sergio).
Acho que com esta sugestão, ninguém tem desculpa. E
posso afirmar para você: os resultados sempre excederão qualquer expectativa


0 comentários:
Postar um comentário